quinta-feira, 24 de novembro de 2022
"Papo com elas" o podcast das empoderadas
segunda-feira, 21 de novembro de 2022
Exposições e oficinas de formação marcam o encerramento do projeto "Cor Brasil 2022"
Dois trabalhos se destacaram dos demais, a "Exposição de Fotos #ORGULHO CRESPO", com fotos feitas por João Paulo Facin, fotógrafo profissional, e Mayara Santos, professora da escola, e executado pelas professoras Mayara Santos, Meire Fiuza e Michele Bonati. Além do cantinho representando o projeto "Hora do fuxico: contando histórias, construindo identidades", protagonizado pelas professoras Vanessa Cisneiro e Vânia Tessaroli.
Além das exposições, os alunos tiveram oficinas de leitura dos livros "Insubmissas lágrimas de mulheres", de Conceição Evaristo e "Pequeno manual antirracista", de Djamila Ribeiro e da cartilha "São Paulo contra o racismo".
Também foram divulgados sete vídeos durante a semana, contemplando o projeto "Papo com elas". Nesse trabalho, no qual alunas reuniam-se quinzenalmente com a professora Meire Fiuza para um bate-papo sobre a condição feminina na contemporaneidade, foram feitas também entrevistas com mulheres representativas da comunidade negra de Bariri, as quais foram orientadas pelas professoras Meire Fiuza e Renata de Gaspari. Os vídeos tratavam da questão: Como foi sua história de empoderamento?
Ainda no dia 18, fizemos a premiação do Concurso de Redação e entrega de medalhas de conquistas de nossos alunos em campeonatos e olimpíadas culturais, durante o segundo semestre.
É isso, vivências especiais e muito significativas.
Agora, bora iniciar o processo de avaliação do que fizemos juntos?
Vencedores do "Concurso de Redação": Os desafios da mulher negra no Brasil contemporâneo
Categoria 6º e 7º anos da manhã:
Emily Vitória de Souza Cardoso
A beleza da negra
Vou contar aqui uma história
que se passa no Brasil
sobre a mulher brasileira
aquela que nunca desistiu.
Preconceitos ela sofreu
mas mesmo assim ela cresceu
lutando pelos seus direitos
ela não se arrependeu.
Hoje, continua lutando
para não viver mais
aquilo que a fez sofrer
mostrando sua beleza
inteligência e realeza.
Categoria 6º e 7º anos da tarde:
Mirela Feliciano de Campos
A mulher negra
Ela tem cabelos afros
Talvez até trançados.
Pele escura, pele essa
carrega amargura
de viver diante da sociedade racista
onde preta é vista
como diarista.
Ela luta todo dia para ser ouvida.
Ela luta pra viver, para sobreviver
num país onde a cada 12 minutos
um preto pode morrer.
Mesmo sendo grande parte da população
ainda são minoria.
O racismo existe desde que o mundo
é mundo e desde então
o preto é visto, injustamente, como um imundo.
Quem sofre mais é a mulher preta
que vai à luta e é guerreira.
Mesmo com medo de não voltar viva
encara sua realidade
apostando sua vida.
Um dia esse mundo tira do mudo
a voz do negro
e passa a entender
que vidas negras importam.
Que esse dia chegue logo!
Categoria 8º e 9º ano:
Rafaela Fernanda Marchi de Abreu
A luta da mulher negra
Embora o mundo esteja evoluindo e se descontruindo dos preconceitos existentes, o Brasil é um dos países onde mais ocorre o racismo. Aliás, não obstante ao racismo que persiste em nosso país, outra desigualdade evidente consiste na segregação entre homens e mulheres. Unindo essas duas discriminações, tem-se uma das maiores repressões, os desafios da mulher preta no Brasil.
A mulher preta é vista com olhar de desprezo e podemos observar que o cargo de empregada doméstica na novela das nove horas sempre é ocupado por uma mulher preta, enquanto as profissões de maiores visibilidades quanto aos aspectos hierárquicos são ocupadas por homens brancos. Infelizmente, essa segregação citada na busca pelos atores, acaba contribuindo para a continuidade da violência contra a mulher preta.
Por outro lado, embora a mídia possa segregar, ela pode também influenciar a população de forma positiva, com aspectos para combater as diferenças que ainda existem em face à mulher preta.
Elas sofrem constantes preconceitos como promover em cargos mais vistados, além de ter sua palavra questionada e sua classe social prejulgada. Essas dificuldades se dão em razão da escravidão, embora tenha cessado há muito tempo, as consequências ainda são experimentadas pelo preconceito enraizado.
Dessa forma, criminalizar é o mínimo para que as mulheres pretas tenham a segurança essencial de sua integridade, ao passo que as leis precisam ser mais rígidas, e principal, a sociedade se conscientizar de que a cor e o gênero não definem caráter, todos somos iguais, razão pela qual essencial é que a mulher preta para de ser violentada por suas características e passe a ser reconhecida por toda a sua superação, pois acredite: toda mulher preta é vitoriosa.
quinta-feira, 17 de novembro de 2022
Avaliação do "Dia da Consciência Negra 2022"
Olá!
Foi muito bom contar com vocês em todos os trabalhos que desenvolvemos neste semestre sobre a Consciência Negra.
Agora, gostaríamos de conhecer suas impressões e sugestões sobre o projeto.
Por favor, clique no link abaixo e preencha o formulário, para que possamos fazer atividades mais importantes ainda no ano de 2023.
Valeu!!!
quinta-feira, 10 de novembro de 2022
Papo com Eles
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